
01 / 05 — Vertical
Ambientes de trabalho com operação preservada.
Soluções de engenharia para ambientes de trabalho que precisam evoluir sem parar de funcionar.
Quem responde pelo ambiente físico de uma empresa — o gestor de facilities, o diretor de real estate — carrega um medo específico: o projeto que interrompe a operação. A reunião internacional que cai no meio da intervenção, o CPD que desliga junto com a rede, a surpresa de custo que aparece na metade do caminho. Em mais de 320 projetos desde 2008, foi para esse medo que a Agio aprendeu a responder: previsibilidade de prazo, de custo e de convivência com a rotina de quem trabalha ali.
Na prática, isso é engenharia executada nas condições que o setor conhece bem. Na Grunenthal, a divisão da laje aconteceu à noite, coordenada com o fuso Brasil–Portugal — nenhuma reunião internacional caiu. Na Zavit Tabapuã, a recepção do edifício foi reformada em 60 dias com execução noturna e limpeza fina diária: o caminho até os elevadores nunca fechou. Na IGS, a ampliação do mezanino em prédio antigo exigiu o projetista original do edifício para validar o reforço estrutural; na SumUp, o piso elevado foi reforçado por cálculo de carga para receber uma academia — com o escritório funcionando ao lado.
E o trabalho começa antes do canteiro. Na OPEA, a Agio entrou na fase de test fit — estudando imóveis para reduzir o investimento em infraestrutura antes mesmo do projeto — e entregou o retrofit de 5 andares com pé-direito duplo em 75 dias. Na Allied, no pós-pandemia, o orçamento restrito foi aberto item a item antes de qualquer decisão executiva: a sede de um andar e meio ficou pronta no retorno do Réveillon, no prazo e dentro do orçamento.

Execução faseada e noturna, planejada com o cliente. Na Grunenthal, a separação dos cabos aconteceu de madrugada, no ritmo do fuso Brasil–Portugal — nenhuma reunião internacional caiu. Na Zavit Tabapuã, a recepção operou normalmente todos os dias, com limpeza fina diária apagando os sinais do turno anterior.
Reforço estrutural dimensionado por cálculo e validado por quem entende o edifício: na IGS, o projetista original aprovou a ampliação do mezanino; na SumUp, o piso elevado recebeu reforço calculado para o peso das máquinas da academia.
Infraestrutura crítica tratada como crítica: CPD com nobreak dedicado e ar-condicionado individualizado por sala na IGS — porque uma queda de energia derrubaria a rede inteira de jogos.
Orçamento integralmente discriminado antes das decisões executivas. Na Allied, cada escolha de acabamento e escopo foi justificada tecnicamente — e a criatividade estética trabalhou a favor da viabilidade econômica, não contra ela.

As peças da arquibancada curva da OPEA não cabiam no elevador: desceram ao subsolo por andaime, peça a peça, até se integrarem à jabuticabeira do paisagismo. O projeto ousado do arquiteto é compromisso — a logística de executá-lo é problema da Agio.
Em ambiente ocupado, o conflito que não foi antecipado vira interrupção. A execução começa no papel: desvios de ar, elétrica e sprinklers resolvidos antes de subir o andaime — como nos 5 andares de pé-direito duplo da OPEA.
O cronograma integra cliente, arquitetura e engenharia — e respeita a agenda de quem trabalha no prédio. Atividade ruidosa tem hora marcada, mudança de rede tem janela, e a entrega é cirúrgica mesmo com a operação rodando.
Quem contrata responde pelo custo diante da diretoria. Orçamento integralmente discriminado antes das decisões executivas — como na Allied — significa zero aditivo-surpresa: o que foi especificado é o que vai ao canteiro.

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Documentação fotográfica em produção

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Documentação fotográfica em produção

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Documentação fotográfica em produção

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